Verdade, amor, felicidade!

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Verdade, amor, felicidade!



Nunca percebemos as pequenas coisas. Um texto esquecido na gaveta, um desenho de infância, um livro desgastado, um sorriso em plena segunda-feira, a chuva em um domingo a noite, e que tal um giz de cera no sábado a tarde?

Pensamos saber de tudo, mas desconhecemos a verdade, o amor e a felicidade. Sabe onde eu encontro a verdade? Nós olhos daqueles que são reais, que vivem intensamente, que sonham a cordados, e que se ralam por completo depois de um longo dia.

Sabe onde eu encontro o amor? Em um " bom dia, dormiu bem?" E que tão " se cuida, me liga quando chegar" o amor está nos olhos brilhando, está nas mãos carinhosas, e nas flores perfumadas, o amor está no céu azul, e na grama verde, está na dor.

Sabe onde eu encontro a felicidade? Em um café na manhã de domingo, em um livro de romance, no sábado a noite, em um sorriso depois tanto trabalho, em uma frase de expiração, na dança, na música, na arte, nos lápis de cor, e nas nuvens brancas.

Seria tão fácil, julgarmos a primeira pessoa que não estivesse andando no seu padrão de verdade, e soltar a voz dizendo: aqui, conheçam a verdade. Mas não, ao contrário de tudo, começamos a experimentar de tudo, e com nossa própria experiência vemos o certo, não adianta gritar, espernear, a procura de algo real. Só você pode achar o real, a verdade, perceber que ela está em tudo que é canto. A questão é, você está pronto para respeitar a verdade do próximo?

Séria tão fácil, solta a voz dizendo: eu amo você. Mas não é assim,  com o tempo percebemos que o amor não é o que nos contaram quando mais novos, o amor e tudo o que você quer que ele seja, ele é a dor. Sim, o amor está na dor, está na confusão, e está na desilusão. Não adianta pensar que só podemos amar o outro, o amor é muito mais que apenas um objeto, para ser dito na hora, depois descartado. O amor e o giz de cera na mão de uma criança, e um pôr-do-sol a vista de um pescador, e um livro, nas mãos de um leitor. O amor está em tudo, nas pequenas coisas, nos grãos de areias, e nas estrelas do céu.

Seria tão mais fácil, correr ofegante, abraçar a primeira oportunidade e dizer: "estou feliz", ao invés disso, corremos ofegantes e perdemos oportunidades  magníficas e só depois de um tempo percebemos seu valor, então voltamos suados, abraçamos a última oportunidade, e com lágrimas nos olhos, gritamos: estou feliz. Você não está feliz pela oportunidade, você feliz pelo duro trabalho que te levou a tal consequência, uma consequência boa por sinal.

Ravena.




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