O Nordeste
Quem diria que a região onde mais tem “problemas” foi a região onde os portugueses conheceram o Brasil pela primeira vez? Durante muito tempo, achei que o nordeste brasileiro era a região mais sofrida, mais vulnerável a qualquer problema político, social e econômico.
Com o passar dos anos, fui crescendo e aprendendo. Aprendi que os portugueses quando aqui chegaram, chegaram pelo litoral nordestino, e não pela região sul, ou sudeste, mas sim, chegaram pelo litoral das terras onde hoje é discriminada, isso pelo simples fato de alguns problemas naturais, um chamado seca, se isso é o maior defeito da nossa região, então por que quando São Paulo passou por uns dias de seca não foi discriminada nem tão julgada como a nossa região é?
Vamos imaginar o seguinte: uma separação do país, um país chamado Brasil e outro chamado Nordeste. Vamos fazer outra coisa, separar os estados e seus poderes, vamos lá, Rio Grande do Norte pro porto comercial, Ceará pro turismo, Paraíba para a produção de açúcar, Bahia pra capital do país, Pernambuco pra parte histórica, Alagoas, Piauí, Maranhão e Sergipe para as outras demais ocupações.
O hino nacional do nosso país o que seria? Nada melhor do que uma música da nossa cultura, então vejamos, vamos ter a música asa branca de Luiz Gonzaga como nosso hino nacional. Música da nossa cultura é uma boa escolha.
Pra quê danado vamos nos preocupar com a opinião de pessoas de outras regiões do país quando temos uma cultura linda, um linguajar diferente mas “arretado” de coisas boas? Bem, apesar de todas as diferenças e dificuldades, nossa gente ia ser um povo muito feliz.
Quando escuto uma “pessoa” falando as seguintes palavras:- “Nordestino é uma praga de uma raça ruim, eles estragam nosso país”. Outras dizendo:- “Bem que uma doença mortal deveria chegar justamente no nordeste, pra eliminar e exterminar essas pragas do nosso país”. Bem, se isso é o que “pessoas” de outras regiões falam de nós, eu deixo apenas uma coisa, no dia que eles tiverem uma cultura tão bonita quanto a nossa, pessoas tão trabalhadoras e que respeitam a vida da forma que ela é, eles venham falar conosco!
Daniel Juan, 8º ano "B"

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